24.6.06

Jorge Castro


da arte poética


a rima no alfobre onde se arruma
a quadra mera estrofe ou um soneto
se arrimada a ritmo doce em sumaúma
da palavra silabada qual ornato
não tem tempo nem lugar e cada uma
criará outro alimento ao entreacto
onde até o mar azul se faz de espuma
onde até o céu de anil é de outro trato
dando corpo e alento vário à ideia bruta
num afago que afeiçoa a alma à outra.

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Comentários:1

Blogger OrCa said...

Ser chamado de poeta é algo que nos cai bem e ajuda a respirar. Estar assim tão excelentemente rodeado é um orgulho muito para além da vaidade...

Isso lhe fico devendo, minha amiga, mesmo-mesmo a raiar a comoção. E para mais vindo de quem tão bem cruza ares com poemas.

Um beijo grande, deste lado atlântico.

5:30 AM  

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