9.6.06

Júlio Amaral Melo


Edward, O Mala

Quando Márcia chegar:
eu quero um poema lavoura.
colocarei meus cabelos
à disposição da tesoura

do Edward
, segurarei o coração a disparar.
o desespero vai dá 1 rolê com as andorinhas.
vou poder trocar figurinhas
com a médica, (sazão do arar
desse agrícola), menos bobo quão mais tolo.
ñ vou pedir autógrafo, mas vou tentar 1ma foto!
se um peixe rolar, ou um bolo:

vai ser porque bancarei num lugar legal
que escolherei ou ela quiser fugir dum barulho de moto.
(ñ direi nada), contemplarei-a, se olhos forem mingau.

...

Onde você estiver, Júlio, para sempre o meu beijo.

leia mais Júlio aqui e aqui.

Comentários:2

Blogger tecum said...

... e mais um beijo

... e mais um abraço

...e, de novo, votos de dia feliz

... e... PARABÉNS

... e um grande sorriso, amiga.

9:10 AM  
Anonymous Anônimo said...

E mais uma vez tropeço em ti, é bom ver-te por aqui, já nos 'conhecemos' há uns anos por outras paragens, é bom ver, no teus blogues que vi, que a poesia ainda te corre nas veias dessa forma maravilhosa... um beijo enorme Marcia,

V

"Abro-te a porta do poema;e tu
espreitas para dentro da estrofe,
onde um espelho te espera."

Nuno Judice

11:08 AM  

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